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Novidades Positivas

Microssérie: Atitudes Positivas no Dia da Terra – Na sua casa

Por Vivian Blaso – Mestre em Ciências Sociais e diretora da agência Conversa Sustentável.

nonameEm 2011, o governo de São Paulo e a Associação Paulista de Supermercados (APAS) assinaram um acordo para acabar com a utilização de sacolinhas plásticas derivadas de petróleo nos supermercados paulistas. O objetivo é incentivar o uso das chamadas sacolas retornáveis, ecobags ou os carrinhos de feira.

A medida, que entrou em vigor no dia 25 de janeiro, abriu uma grande discussão. Será que realmente estamos ajudando o planeta retirando essas sacolinhas de circulação? Até que ponto as sacolas retornáveis e ecobags têm custo zero? Os supermercados vão diminuir os preços dos produtos já que não precisam mais repassar ao consumidor o custo das sacolinhas?

Essas foram algumas das perguntas que surgiram durante a discussão e para dar mais tempo para que o consumidor se acostume com a nova estrutura, o Procon e Ministério Público estadual firmaram um acordo com a APAS para que seja fornecida embalagem por mais 56 dias aos consumidores.

Mas as sacolas de plástico são mesmo vilãs? Em termos. A sacola tem o ponto negativo já que demora pelo menos 300 anos para sumir no meio ambiente. O grande problema está no consumo exagerado – no Brasil, por exemplo,1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente – o que dá 66 sacolas por brasileiro no período.No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país.* O que realmente gera uma grande quantidade de lixo.

Porém, de acordo com um estudo da Agência do Meio Ambiente britânica, publicado no jornal Folha de S. Paulo**, se o consumidor opta por uma ecobag de algodão e depois de usar 51  vezes a descarta, o prejuízo para o meio ambiente é maior do que o da sacolinha de PEAD (polietileno de alta densidade). Os resultados do relatório indicam que, para equilibrar o  pequeno impacto de cada saquinho, os consumidores teriam que usar a mesma sacola de algodão em todos os dias úteis do ano, ou sacolas de papel.

O ideal é a busca pelo consumo sustentável. Use as sacolas retornáveis várias vezes reaproveitem antigas sacolas de pano ou aquelas de feira que tenha guardada em casa. E se você quebra a cabeça na hora de arrumar as compras dentro das sacolas, o Instituto Akatu criou a campanha Saco é um Saco e traz dicas de como se preparar para ir ao supermercado. Confira em www.sacoeumsaco.gov.br

*Texto da jornalista Vivian Blaso (Conversa Sustentável) produzido com exclusividade para a Porto Seguro.

Tenha consciência e boas compras!

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Apenas um ideal comum faz milhões de pessoas apagarem as luzes por 60 minutos. Realizada anualmente, a Hora do Planeta é um alerta simbólico contra o aquecimento global, pela conservação do ecossistema. Em 2012, acontece no dia 31 de março.

O evento é massivo. Pessoas de todo o mundo se unem para mostrar a preocupação com a Terra. Em 2011, foram 134 países e 3.800 cidades participantes (25 consideradas megacidades). No Brasil, 26 capitais aderiram à campanha.

Na Porto Seguro, funcionários, corretores, segurados e o público que passa pelas dependências da maatriz da Companhia ganham incentivo parecido. Todos os dias, o período entre 11h30 e 13h30 representa a “Hora da Terra”.

As luzes somente são apagadas quando o tempo e o clima permitirem. O objetivo principal é mostrar que, com ações simples, também podemos ajudar a preservar o Planeta. Durante a “Hora da Terra”, computadores e sistemas permanecem funcionando, para não atrapalhar os funcionários.

Economizando duas horas por dia, conservamos energia suficiente para atender a um maior número de pessoas a cada ano. Confira a quantidade de energia poupada:

2008 - 106.277,13 kWh – energia consumida por 590 famílias em um mês

2009 - 130.681,50 kwh – energia consumida por 726 famílias em um mês

2010 – 129.538,89 kWh – energia consumida por 720 famílias em um mês

2011 – 166.421,33 kWh – energia consumida por 925 famílias em um mês

Convidamos você a abraçar a ideia. Fazendo isso, você se conecta mundialmente com tantos outros que compartilham a causa, além de fazer parte de um ato global! Vale lembrar que é importante você levar a ideia com você em todos os dias do ano!

Vá além da hora. Todo dia é dia de fazer alguma coisa pelo meio ambiente. Cada pessoa tem o poder de mudar o mundo em que vive!

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Dia-da-Água-mini-bannerO planeta em que vivemos tem cerca de dois terços da superfície cobertos por água. A falsa impressão de que está sobrando água pode enganar, mas é preciso estar atento à realidade.

97% da água do planeta está no mar ou é imprópria para ser bebida e/ou aproveitada em processos industriais. 1,75% é gelo e 1,24% está em rios subterrâneos, escondidos no interior da Terra. No fim das contas, apenas 0,007% do total de água está disponível para o consumo de mais de seis bilhões de pessoas!

O Dia Mundial da Água é comemorado todo dia 22 de março. Em 2012, o tema escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) – que instituiu a data em 1992 -, é a relação entre água e segurança alimentar.

A temática lembra o Programa de Reciclagem Porto Seguro, que surgiu em 2007 para promover a coleta de óleo de cozinha e estimular as pessoas a descartarem corretamente os resíduos. Com cada vez mais pontos de coleta espalhados pelo Brasil, a adesão à iniciativa vem aumentando – só em 2009, por exemplo, 9.767 litros foram recolhidos ao longo do ano.

A iniciativa evita a contaminação das águas e o entupimento dos esgotos, já que a gordura impede a passagem de água. No caso dos encanamentos residenciais, é muito comum que se jogue, sem pensar, o óleo que sobrou diretamente na pia da cozinha, o que entope o sistema de encanamento.

Que tal algumas dicas simples para racionar água?

Cozinha: guarde o óleo de cozinha usado (já frio) em uma garrafa PET. Quando o recipiente estiver cheio, procure uma sucursal Porto Seguro e deposite a garrafa no display de coleta. A garrafa também será reciclada!
Louças: ao ensaboar pratos e talheres, feche a torneira. Use água somente para enxaguar.
Calçadas: use a vassoura e, quando necessário, um balde ao invés de deixar a mangueira aberta o tempo todo.
Roupas: acumule roupas e use a máquina de lavar apenas quando a máquina ficar bem cheia.
Automóvel: lave o carro apenas quando for preciso, usando um balde em vez de mangueira.

Cozinha: guarde o óleo de cozinha usado (já frio) em uma garrafa PET. Quando o recipiente estiver cheio, procure uma sucursal Porto Seguro e deposite a garrafa no display de coleta. A garrafa também será reciclada!

Louças: ao ensaboar pratos e talheres, feche a torneira. Use água somente para enxaguar.

Calçadas: use a vassoura e, quando necessário, um balde ao invés de deixar a mangueira aberta o tempo todo.

Roupas: acumule roupas e use a máquina de lavar apenas quando a máquina ficar bem cheia.

Automóvel: lave o carro apenas quando for preciso, usando um balde em vez de mangueira.

Gostou da iniciativa? Que tal colaborar e ajudar a conservar nosso recurso natural mais valioso?

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Após o preparo das refeições, você costuma despejar o óleo de cozinha no ralo da pia?
Talvez você não saiba, mas esse óleo pode obstruir a tubulação, causar entupimentos e até contaminar a água que você bebe.
Temos uma sugestão para você adotar em casa.;]
Contribua com o meio ambiente de forma criativa e sustentável: transforme o óleo velho em sabonetes artesanais.
Confira a receita e faça você mesmo em casa. É muito simples.
- 5 litros de óleo de cozinha usado (armazene-os em garrafas PET, se preferir);
- 2 litros de água, 200 mililitros de amaciante e 1 quilo de soda cáustica em escama.
Modo de preparo (o ideal é usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura):
- Coloque cuidadosamente a soda em escamas no fundo de um balde;
- Depois, coloque a água fervendo;
- Mexa até diluir todas as escamas da soda;
- Adicione o óleo e mexa;
- Adicione o amaciante e mexa novamente;
- Jogue a mistura numa fôrma e espere secar;
- Corte o sabão em barras. Atenção: a soda cáustica pode causar queimaduras na pele.
Se preferir, junte o óleo e o entregue para a reutilização e reciclagem.
Armazene o óleo de cozinha usado em garrafas pets e leve-os até um posto de coleta da Porto Seguro: http://bit.ly/ky5YH4

oleocozinhaPORTOApós o preparo das refeições, você costuma despejar o óleo de cozinha no ralo da pia?

Talvez você não saiba, mas esse óleo pode obstruir a tubulação, causar entupimentos e até contaminar a água que você bebe.

Temos uma sugestão para você adotar em casa.;]

Contribua com o meio ambiente de forma criativa e sustentável: transforme o óleo velho em sabonetes artesanais.

Confira a receita e faça você mesmo em casa. É muito simples.

- 5 litros de óleo de cozinha usado (armazene-os em garrafas PET, se preferir);

- 2 litros de água, 200 mililitros de amaciante e 1 quilo de soda cáustica em escama.

Modo de preparo (o ideal é usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura):

- Coloque cuidadosamente a soda em escamas no fundo de um balde;

- Depois, coloque a água fervendo;

- Mexa até diluir todas as escamas da soda;

- Adicione o óleo e mexa;

- Adicione o amaciante e mexa novamente;

- Jogue a mistura numa fôrma e espere secar;

- Corte o sabão em barras. Atenção: a soda cáustica pode causar queimaduras na pele.

Se preferir, junte o óleo e o entregue para a reutilização e reciclagem.

Armazene o óleo de cozinha usado em garrafas pets e leve-os até um posto de coleta da Porto Seguro: http://bit.ly/ky5YH4

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Com a máxima de que “na natureza, nada se perde, tudo se transforma”, o biólogo Luiz Toledo de Sá e sua esposa, Edina Toledo, construíram uma residência, quase na sua totalidade, de material reciclado.
Logo na entrada da propriedade, os visitantes se deparam com uma fonte cristalina que brilha em contato com a luz solar. Na verdade é a mesma água do esgoto tratada por um sistema criado pelo próprio biólogo. E até os muros são sustentáteis. Luiz usou isopor para murar os quatro cantos da casa. =]
Segundo ele, sua maior motivação foi a busca pela qualidade de vida. Antes mesmo de se mudar para Santa Rita de Cássia (BA), ele e sua esposa, casados há 43 anos, moravam em uma casa aconchegante, com dois andares, piscina e aparelhos de ar condicionado por todos os lados. Para alcançar a “qualidade de vida sustentável” que sempre almejaram, o casal investiu R$ 39 mil.

casasustentavelPORTOCom a máxima de que “na natureza, nada se perde, tudo se transforma”, o biólogo Luiz Toledo de Sá e sua esposa, Edina Toledo, construíram uma residência, quase na sua totalidade, de material reciclado.

Logo na entrada da propriedade, os visitantes se deparam com uma fonte cristalina que brilha em contato com a luz solar. Na verdade, é a mesma água do esgoto, tratada por um sistema criado pelo biólogo. Nos muros, também sustentáveis, Luiz usou isopor. =]

Segundo ele, sua maior motivação foi a busca pela qualidade de vida. Antes mesmo de se mudar para Santa Rita de Cássia (BA), ele e sua esposa, casados há 43 anos, moravam em uma casa aconchegante, com dois andares, piscina e aparelhos de ar-condicionado por todos os lados. Para alcançar a “qualidade de vida sustentável” que sempre almejaram, o casal investiu R$ 39 mil.

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“Superpopulação x superconsumo”
Alcançamos os sete bilhões de habitantes! Esta é uma das notícias que mais foi divulgada no ano de 2011 pela Organização das Nações Unidas (ONU). E está ficando cada vez mais difícil dar conta de todas as necessidades desse contingente populacional – que precisa de água potável, comida, abrigo, remédios e educação.
Em algumas partes do mundo, essas mesmas pessoas irão querer carros, computadores, celulares, televisores, dentre tantos outros produtos de alta tecnologia, ou até mesmo consumir 2 litros de leite e 1 kg de carne por dia.
A intenção não é discutir o racionamento de produtos, mas, refletir sobre os padrões de consumo adotados pela sociedade e sobre a capacidade do Planeta sustentar essa produção. Será que se todas as crianças do mundo nascessem com os mesmos padrões de vida dos EUA, a Terra iria suportar?
Cientificamente falando, a resposta é não. Por exemplo, segundo um estudo de 2009, uma criança nascida hoje nos Estados Unidos terá padrões de consumo sete vezes maior do que outra nascida no mesmo dia na China, ou 55 vezes maior do que um indiano e até 86 vezes maior que um nigeriano.
Quando a população estabilizar em 9 bilhões (ou talvez 10) por volta de 2050, um total de 2,8 planetas Terra serão necessários se tudo continuar igual.
Atualmente, mais de um terço da população vive com menos de US$ 2 por dia, enquanto 1% das pessoas possui 43% da riqueza mundial. Centenas de milhões de pessoas não têm acesso a comida e água suficientes para passar o dia, enquanto de acordo com a Forbes este ano viu um recorde de 1,210 bilionários, que justos somam uma fortuna de US$ 4,5 trilhões.
Mas, será justo que essa desigualdade de consumo com degradação social e ambiental continue desconsiderando necessidades básicas de pessoas e países pobres para gerar aparatos tecnológicos de última geração e gigantescos padrões de consumo a “minúsculas minorias”?
Acrescenta-se ainda a invasão desse modelo de desenvolvimento aos países emergentes, onde minorias “nadam em fortunas” e em consumos descontrolados.
E o que é ser desenvolvido afinal? É oferecer alta tecnologia a uma parcela da população, alavancando o crescimento econômico sem oferecer qualidade de vida, ou promover o equilíbrio social e de consumo para a sua totalidade, respeitando as diferenças e priorizando as necessidades básicas?
E, além disso, não podemos nos esquecer de que processos produtivos emitem poluição – que se dispersa por longas regiões. Será que a poluição ocorre unicamente nos países que consomem os produtos finais ou nos que fornecem matéria-prima também?
São questões que permeiam não apenas a superpopulação mundial, mas também a distribuição e a utilização de recursos naturais para abastecê-la e a pressão existente sobre as demais espécies e ecossistemas da Terra.
Colaboração: Danilo Gurdos | Responsabilidade Social e Ambiental da Porto Seguro. Texto adaptado de Jeremy Hance: “Desafios para os sete bilhões de superconsumidores” (Instituto Carbono Brasil).  Veja a reportagem completa: http://bit.ly/carbonporto

Drax Power Station, YorkshireAlcançamos os sete bilhões de habitantes! Esta é uma das notícias que mais foi divulgada no ano de 2011 pela Organização das Nações Unidas (ONU). E está ficando cada vez mais difícil dar conta de todas as necessidades desse contingente populacional – que precisa de água potável, comida, abrigo, remédios e educação.

Em algumas partes do mundo, essas mesmas pessoas irão querer carros, computadores, celulares, televisores, dentre tantos outros produtos de alta tecnologia, ou até mesmo consumir 2 litros de leite e 1 kg de carne por dia.

A intenção não é discutir o racionamento de produtos, mas, refletir sobre os padrões de consumo adotados pela sociedade e sobre a capacidade do Planeta sustentar essa produção. Será que se todas as crianças do mundo nascessem com os mesmos padrões de vida dos EUA, a Terra iria suportar?

Cientificamente falando, a resposta é não. Por exemplo, segundo um estudo de 2009, uma criança nascida hoje nos Estados Unidos terá padrões de consumo sete vezes maior do que outra nascida no mesmo dia na China, ou 55 vezes maior do que um indiano e até 86 vezes maior que um nigeriano.

Quando a população estabilizar em 9 bilhões (ou talvez 10) por volta de 2050, um total de 2,8 planetas Terra serão necessários se tudo continuar igual.

Atualmente, mais de um terço da população vive com menos de US$ 2 por dia, enquanto 1% das pessoas possui 43% da riqueza mundial. Centenas de milhões de pessoas não têm acesso a comida e água suficientes para passar o dia, enquanto de acordo com a Forbes este ano viu um recorde de 1,210 bilionários, que justos somam uma fortuna de US$ 4,5 trilhões.

Mas, será justo que essa desigualdade de consumo com degradação social e ambiental continue desconsiderando necessidades básicas de pessoas e países pobres para gerar aparatos tecnológicos de última geração e gigantescos padrões de consumo a “minúsculas minorias”?

Acrescenta-se ainda a invasão desse modelo de desenvolvimento aos países emergentes, onde minorias “nadam em fortunas” e em consumos descontrolados.

E o que é ser desenvolvido afinal? É oferecer alta tecnologia a uma parcela da população, alavancando o crescimento econômico sem oferecer qualidade de vida, ou promover o equilíbrio social e de consumo para a sua totalidade, respeitando as diferenças e priorizando as necessidades básicas?

E, além disso, não podemos nos esquecer de que processos produtivos emitem poluição – que se dispersa por longas regiões. Será que a poluição ocorre unicamente nos países que consomem os produtos finais ou nos que fornecem matéria-prima também?

São questões que permeiam não apenas a superpopulação mundial, mas também a distribuição e a utilização de recursos naturais para abastecê-la e a pressão existente sobre as demais espécies e ecossistemas da Terra.

Colaboração: Danilo Gurdos | Responsabilidade Social e Ambiental da Porto Seguro. Texto adaptado de Jeremy Hance: “Desafios para os sete bilhões de superconsumidores” (Instituto Carbono Brasil).

Veja a reportagem completa: http://bit.ly/carbonporto

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Já parou para pensar nos efeitos de se jogar medicamentos na pia e no vaso sanitário? Você costuma separar esse tipo de material ou os coloca junto com o lixo comum na sua casa? Sabe aonde vão parar as substâncias químicas que são eliminadas pela urina após a utilização de medicamentos?
Acredite: os efeitos dessas ações são bem mais complexos do que parecem e envolvem uma ampla cadeia de produção, impactos ao meio ambiente e à própria saúde humana. Medicamentos para metabolismo, antibióticos e hormônios sintéticos para controle da natalidade acabam em nossas águas superficiais e na água potável. Acrescentam-se ainda a produção de medicamentos para engordar animais mais rapidamente. Hoje em dia, mais de 50% dos antibióticos consumidos são para possibilitar o crescimento mais rápido de vacas.
Grande parte das substâncias químicas destes medicamentos vai parar no sistema de água potável, que não é capaz de eliminar estes resíduos. Há estudos que demonstram que a coagulação, sedimentação e filtragem da água eliminam apenas de 10% a 12% de ingredientes ativos dos medicamentos, ou seja: o percentual restante volta para o abastecimento humano.
Ainda não compreendemos exatamente os efeitos precisos que isto tem na saúde humana, sobretudo por se tratar da mistura de várias substâncias químicas complexas. Mas, estudos com animais mostram que a situação não é das melhores, com diversos efeitos colaterais para a saúde.
Se por um lado, a escassez de água potável exige o reaproveitamento e a reciclagem de água, por outro, é preciso levar em consideração os possíveis impactos das substâncias químicas de difícil tratamento presentes nestas águas.
E o que podemos fazer para contribuir com a qualidade das águas e nos prevenir de efeitos adversos?
Em primeiro lugar, devemos destinar de modo ambientalmente adequado estes resíduos farmacêuticos. Uma opção concreta para esta questão é o Programa Descarte Correto de Medicamentos, uma parceria entre a EuroFarma e o Grupo Pão de Açúcar, que apresenta pontos de coleta e posteriormente promove a destinação ambientalmente adequada.
Conheça mais: http://bit.ly/eurofarmamedicamentos
Em nossas casas, os sistemas de filtragem de água reduzem, mas, não eliminam os medicamentos. Então, que tal pensarmos em um modo de vida mais saudável, com um menor uso de medicamentos?
Colaboração: Luis Renato Leite | Responsabilidade Social e Ambiental da Porto Seguro. Texto adaptado de GunterPauli, escritor e empresário nos campos da educação, ciências e artes. Disponível em: http://bit.ly/envolverdeporto

Já parou para pensar nos efeitos de se jogar medicamentos na pia e no vaso sanitário? Você costuma separar esse tipo de material ou os coloca junto com o lixo comum na sua casa? Sabe onde vão parar as substâncias químicas que são eliminadas pela urina após a utilização de medicamentos?

medicamentosPORTOAcredite: os efeitos dessas ações são bem mais complexos do que parecem e envolvem uma ampla cadeia de produção, impactos ao meio ambiente e à própria saúde humana. Medicamentos para metabolismo, antibióticos e hormônios sintéticos para controle da natalidade acabam em nossas águas superficiais e na água potável. Acrescentam-se ainda a produção de medicamentos para engordar animais mais rapidamente. Hoje em dia, mais de 50% dos antibióticos consumidos são para possibilitar o crescimento mais rápido de vacas.

Grande parte das substâncias químicas destes medicamentos vai parar no sistema de água potável, que não é capaz de eliminar estes resíduos. Há estudos que demonstram que a coagulação, sedimentação e filtragem da água eliminam apenas de 10% a 12% de ingredientes ativos dos medicamentos, ou seja: o percentual restante volta para o abastecimento humano.

Ainda não compreendemos exatamente os efeitos precisos que isto tem na saúde humana, sobretudo por se tratar da mistura de várias substâncias químicas complexas. Mas, estudos com animais mostram que a situação não é das melhores, com diversos efeitos colaterais para a saúde.

Se por um lado, a escassez de água potável exige o reaproveitamento e a reciclagem de água, por outro, é preciso levar em consideração os possíveis impactos das substâncias químicas de difícil tratamento presentes nestas águas.

E o que podemos fazer para contribuir com a qualidade das águas e nos prevenir de efeitos adversos?

Em primeiro lugar, devemos destinar de modo ambientalmente adequado estes resíduos farmacêuticos. Uma opção concreta para esta questão é o Programa Descarte Correto de Medicamentos, uma parceria entre a EuroFarma e o Grupo Pão de Açúcar, que apresenta pontos de coleta e posteriormente promove a destinação ambientalmente adequada.

Conheça mais: http://bit.ly/eurofarmamedicamentos

Em nossas casas, os sistemas de filtragem de água reduzem, mas, não eliminam os medicamentos. Então, que tal pensarmos em um modo de vida mais saudável, com um menor uso de medicamentos?

Colaboração: Luis Renato Leite | Responsabilidade Social e Ambiental da Porto Seguro.

Texto adaptado de GunterPauli, escritor e empresário nos campos da educação, ciências e artes. Disponível em: http://bit.ly/envolverdeporto

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Já pensou em abrir uma conta em um banco no qual cada gota de água economizada pode dar a você descontos em produtos e serviços? Assim é banco criado pelo Movimento CYAN, ação coletiva criada em 22 de março de 2010 pela Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) com o objetivo de promover o uso consciente da água.

O Movimento CYAN se organiza como uma rede aberta à participação e engajamento de todos aqueles que queiram melhorar as condições dos recursos hídricos e garantir o abastecimento das gerações futuras.
E como nós podemos participar efetivamente desta ação?
Uma das iniciativas do Movimento CYAN é o Banco CYAN. Funciona assim: por meio de parcerias firmadas com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP) e o Centro Operacional de Desenvolvimento e Saneamento de Uberaba (CODAU), o banco permite que os imóveis registrados pelas concessionárias de saneamento básico participem desta iniciativa. Portanto, as famílias de centenas de municípios paulistas e também da cidade mineira de Uberaba podem ser recompensadas pelo consumo consciente de água.
Para participar é muito simples. Após ler o regulamento e abrir sua conta pelo site, o banco consulta seu histórico junto à concessionária. A sua média de consumo de água passa a ser sua meta e, só de cumpri-la, você já ganha pontos. Mas, se conseguir reduzir o seu consumo, seus pontos aumentam!
Os pontos acumulados podem ser trocados por descontos de até 50% em produtos e serviços (assinaturas de revistas, compra de livros, móveis, eletrodomésticos, eletrônicos etc.) oferecidos pelos parceiros do banco: Abril, Submarino, Americanas.com, Blockbuster e Shoptime. Ou seja, no Banco CYAN, você economiza duas vezes: na sua conta de água e nas suas compras. Quanto mais você economizar, maiores serão seus benefícios!
O combate ao desperdício de água é uma atitude positiva e um gesto de cidadania! Para saber mais, acesse: www.movimentocyan.com.br e www.bancocyan.com.br
Acompanhe também as notícias do Movimento CYAN pelo Twitter (@movimentoCYAN) e Facebook (http://www.facebook.com/movimentocyan).
Colaboração: Luis Renato Leite | Responsabilidade Social e Ambiental da Porto SeguromovimentoCYAN

movimentoCYAN

O Movimento CYAN se organiza como uma rede aberta à participação e engajamento de todos aqueles que queiram melhorar as condições dos recursos hídricos e garantir o abastecimento das gerações futuras.

E como nós podemos participar efetivamente desta ação?

Uma das iniciativas do Movimento CYAN é o Banco CYAN. Funciona assim: por meio de parcerias firmadas com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP) e o Centro Operacional de Desenvolvimento e Saneamento de Uberaba (CODAU), o banco permite que os imóveis registrados pelas concessionárias de saneamento básico participem desta iniciativa. Portanto, as famílias de centenas de municípios paulistas e também da cidade mineira de Uberaba podem ser recompensadas pelo consumo consciente de água.

Para participar é muito simples. Após ler o regulamento e abrir sua conta pelo site, o banco consulta seu histórico junto à concessionária. A sua média de consumo de água passa a ser sua meta e, só de cumpri-la, você já ganha pontos. Mas, se conseguir reduzir o seu consumo, seus pontos aumentam!

Os pontos acumulados podem ser trocados por descontos de até 50% em produtos e serviços (assinaturas de revistas, compra de livros, móveis, eletrodomésticos, eletrônicos etc.) oferecidos pelos parceiros do banco: Abril, Submarino, Americanas.com, Blockbuster e Shoptime. Ou seja, no Banco CYAN, você economiza duas vezes: na sua conta de água e nas suas compras. Quanto mais você economizar, maiores serão seus benefícios!

O combate ao desperdício de água é uma atitude positiva e um gesto de cidadania! Para saber mais, acesse: www.movimentocyan.com.br e www.bancocyan.com.br

Acompanhe também as notícias do Movimento CYAN pelo Twitter (@movimentoCYAN) e Facebook (http://on.fb.me/movimentocyaN01).

Colaboração: Luis Renato Leite | Responsabilidade Social e Ambiental da Porto Seguro

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O plástico do futuro
O Brasil deu um grande passo para o desenvolvimento sustentável. Recentemente ocorreu o lançamento da primeira fábrica de produção de biopolímeros no País.
A primeira unidade de produção industrial em grande escala do “plástico verde” foi uma iniciativa da Braskem, no Pólo Petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul.
Quais são as vantagens desse novo material para o meio ambiente?
A cada quilo de plástico convencional produzido é emitido na atmosfera cerca de 2,5 quilos de CO2.
Já a nova resina realiza o processo inverso. A cada quilo produzido, ela captura da atmosfera de 2 a 2,5 quilos de CO2 através da fotossíntese da cana-de-açúcar. ;]
“O plástico está em nossas vidas e não conseguimos abrir mão dele. Essa tecnologia oferece uma alternativa de menor impacto à natureza”, disse a bióloga Lara Lutzenberger, especialista nesse segmento de produção.
As características físicas desse plástico são semelhantes às do derivado fóssil (petróleo), mas, a sua matéria-prima, a cana-de-açúcar, absorve o gás carbônico, o que é uma imensa contribuição ao meio ambiente.
O que você achou desse projeto? Compartilhe conosco a sua opinião!

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O Brasil deu um grande passo para o desenvolvimento sustentável. Recentemente ocorreu o lançamento da primeira fábrica de produção de biopolímeros no País.

A primeira unidade de produção industrial em grande escala do “plástico verde” foi uma iniciativa da Braskem, no Pólo Petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul.

Quais são as vantagens desse novo material para o meio ambiente?

A cada quilo de plástico convencional produzido é emitido na atmosfera cerca de 2,5 quilos de CO2.

Já a nova resina realiza o processo inverso. A cada quilo produzido, ela captura da atmosfera de 2 a 2,5 quilos de CO2 através da fotossíntese da cana-de-açúcar. ;]

“O plástico está em nossas vidas e não conseguimos abrir mão dele. Essa tecnologia oferece uma alternativa de menor impacto à natureza”, disse a bióloga Lara Lutzenberger, especialista nesse segmento de produção.

As características físicas desse plástico são semelhantes às do derivado fóssil (petróleo), mas, a sua matéria-prima, a cana-de-açúcar, absorve o gás carbônico, o que é uma imensa contribuição ao meio ambiente.

O que você achou desse projeto? Compartilhe conosco a sua opinião!

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akatuPORTOEssa é a proposta do Instituto Akatu para comemorar o Dia do Consumo Consciente, que convida a população de todo o país para visitar praças e parques no próximo domingo, dia 16 de outubro, e fazer piqueniques sustentáveis. É ou não é uma atitude positiva?

A intenção é incentivar uma atividade que promove o bem-estar e, ao mesmo tempo, despertar as pessoas para ações de consumo consciente – desde o planejamento do piquenique, com escolha de produtos sustentáveis, até o descarte dos resíduos gerados e o próprio contato com a natureza.

“Consumir de forma consciente significa mais horas de lazer e menos no trânsito, significa economia de água, energia e recursos naturais, significa prestar atenção no que compramos e lembrar que cada produto tem uma história, não surge na prateleira. Essa história se chama cadeia produtiva, e os fornecedores e empresas nessa cadeia devem ser tão responsáveis quanto o consumidor”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Akatu.

Apesar do Dia do Consumo Consciente ser comemorado no dia 15/10 (sábado), como as pessoas costumam se reunir mais no domingo, o convite do Akatu é para o dia 16/10.

Coloque na agenda
O quê: Piquenique-se! pelo Dia do Consumo Consciente.
Onde: praças e parques pelo Brasil.
Quando: Domingo, dia 16 de outubro.

Veja quais são as orientações e “piquenique-se”:
Instituto Akatu (site)

Você também pode acompanhar o evento pelas redes sociais do Instituto Akatu:

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